Mais de 5 mil crianças já se perderam nas praias catarinenses desde outubro do ano passado

As praias são o destino de muitas famílias no verão. Mas quando se viaja com crianças, adotar certas medidas é fundamental para que o passeio não vire motivo de preocupação. Só de 1° de outubro de 2015 até 12 de janeiro de 2016, 5.204 crianças se desencontraram dos pais nas areias do Litoral catarinense. Para evitar que isso aconteça, alguns cuidados devem começar logo ao pisar na areia.

A primeira orientação é na escolha da praia. É recomendado que o destino tenha monitoramento de guarda-vidas, como ressalta o major Elton Zeferino, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina. “Se você não conhece a praia, procure um posto de salvamento. O guarda-vida vai orientar o melhor lugar de banho naquela praia”, afirma Elton.

Outro passo importante é identificar a criança. Conforme o Corpo de Bombeiros, os pais devem ir direto ao posto de guarda-vidas mais próximo e retirar uma pulseirinha de identificação. Nela deve-se colocar o nome da criança, do responsável e o telefone para contato. “Sempre que há uma criança perdida, naturalmente ela é levada a um posto de salvamento. E a forma mais fácil de localizarmos os pais é através da pulseira”, diz.

Eles ainda orientam para que durante o passeio, nunca se deve deixar uma criança sozinha. Ela tem de estar sempre acompanhada por um adulto. E sempre orientar a criança que, no caso de se perder, procure uma das casinhas dos guarda-vidas distribuídas na praia.

Fonte: SECOM

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Licitações públicas e os reflexos do Estatuto da pessoa com deficiência

A Lei nº 13.146, publicada em julho de 2015,  instituiu o Estatuto da Pessoa com Deficiência e, dentre diversas medidas de inclusão social destinadas a promover a igualdade e o exercício de direitos, estão algumas mudanças no procedimento licitatório e na fiscalização dos contratos administrativos.

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Comissão aprova proposta que incentiva uso de energias alternativas em edifícios

A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou o Projeto de Lei 5733/09, do Senado, que estabelece incentivos para a implantação, em edificações novas ou usadas, de sistemas que utilizem fontes renováveis de energia para a iluminação de ambientes, geração de energia elétrica e aquecimento de água.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Sílvio Torres (PSDB-SP). O novo texto estabelece incentivos fiscais para a conservação e uso racional de energia e de conservação, reuso e uso racional da água nas edificações, públicas ou privadas, em área urbana e rural, destinadas aos usos habitacionais, agropecuários, industriais, comerciais e de serviços, inclusive quando se tratar de edificações de interesse social.

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